15 fevereiro 2011

os primeiros a gente se orgulha


Voltando aos poucos..
Acho que da última vez que postei algo aqui até hoje minha vida deu um giro de 360, mudou muito mesmo, porém não vou querer relembrar tudo que passei de transitório nesse tempo até hoje.
Vou escrever a partir do hoje:
Semana passada (um pouco mais recente) comecei a estagiar na minha área, e estou gostando muito a pesar de sair de casa de manhã e voltar depois da aula, as 11. Sinto muita falta do meu estágio da minha ex-área (letras) das pessoas, da paciência, do lidar com tais tipos de pessoa como famíliam, enfim..
Nesse, todo mundo é ligado em 220, mal da tempo de dar um oi ou tchau, embora esteja consiguindo isso aos poucos.. sou a única na empresa que faz o que eu fasso, então por isso essa 'desligação' com os outros funcionários.. mas gosto do que faço e me divirto com isso. Na empresa faço projetos de interiores, os meus maiores contatos além do vendedor que senta do meu lado para quem posso pedir o nome das cem pessoas da empresa, são os marcineiros da cidade. Gente simples, alguns agradáveis, outros nem tanto.. e isso se parece bastante com a escola de inglês que dava aula.. na verdade têm muitos aspectos que se parecem.
Na faculdade tudo legal, o povo de design foi pro mesmo canto que os arquitetos e engenheiros, agora todo mundo fala a mesma língua.. Tenho muitos trabalhos já para serem feitos, que com o tempo postarei aqui o andamento deles..
Hoje vou publicar um quarto que um marcineiro agrável me levou, não está pronto cem porcento mas da para ter uma ideia. Os primeiros a gente se orgulha.
Até mais ;)

12 outubro 2009

 

ma mère mon ange

06 julho 2009

Abelhas, leões e paixões súbitas

Generalizávamos muito, Júlio e eu.
Quando aprendemos, por exemplo, que não devíamos correr de leões, aplicamos a técnica a todos os outros bichos.
Sabíamos que quando um leão aparece na nossa frente, devemos nos fazer de estátua. Depois de algumas horas, o leão naturalmente vai embora.
Assim, certa vez, quando chupávamos picolé de limão num dia quente e enfadonho(monótono), e fomos atacados por abelhas, decidimos que era hora de aplicar nossos conhecimentos de sobrevivência na selva.
Júlio congelou no ato. Boca aberta, língua de fora. Olhou para mim como quem diz: não se mexa! Eu dei sorte de estar com a boca fechada, língua para dentro. As abelhas, vendo nossa nova técnica rapidamente chamaram as colegas. Gritaram:
"Corram! Corram! Encontramos dois idiotas!"
Foram pousando no picolé, nariz, aro do óculos, língua... Júlio se manteve firme, lágrimas escorriam. Só saiu gritando depois da primeira picada, na língua. Decidi, ali, que ele era digno do meu amor.

índigo, Cobras em compota